O prenúncio do fim

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Observa-se que em quase todos os recantos do mundo os governantes se mostram preocupados e operantes em questões ligadas à normalidade da vida das pessoas. Preocupam-se com a qualidade e abundância da água, com a saúde, a educação, cultura, lazer, com a construção de prédios, pontes, pavimentações, dentre outros aspectos contributos da qualidade de vida que todos almejam. Fica, todavia, em planos inferiores as questões ambientais, uma prova do quanto o homem é incapaz de viver em harmonia com a natureza.

O meio ambiente é, e sempre será, o sacrário divino gerador e mantenedor da vida de todos os seres. Por mais que as tecnologias avancem e os homens evoluam em suas descobertas científicas, ainda é rudimentar sua relação com os aspectos ambientais. A isto se pode comparar uma casa em, que o dono se preocupa com pintura, iluminação, piso, revestimento, mobília, decoração e outros itens, mas esquece de cuidar da base de sustentação, até que chega o dia em que tudo desaba.

É comum vermos a realização de conferências tratando do meio ambiente. Nelas se promete evitar queimadas, aumentar o plantio de árvores, despoluir rios, preservar a fauna e garantir vida saudável para o planeta e todas as suas espécies. Depois desses eventos, em que são gastos milhões e milhões, as mazelas continuam e os seres vão sendo dizimados por conta da ganância dos homens que, sem escrúpulo, ajudam a construir o inferno que tanto rejeitam. O sinal vermelho já foi acionado e a contagem regressiva já está bastante adiantada.

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