A exigente escolha de jovens nos mercados de trabalho

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A declaração de um empresário sobre a não contratação de pessoas com menos de 30 anos, para trabalhar em sua empresa, causou espanto em muitas pessoas que leram a nota nas mídias do país. A princípio a declaração parecia discriminar jovens, e também roubar deles a oportunidade de um primeiro emprego, ou a condição de ajudarem os pais, e também dar início à construção de um futuro sem as necessidades comuns porque passa o brasileiro trabalhador.

No entanto, o autor da nota explicou que sua decisão se dá por conta da visível indisposição de grande parte dos jovens, principalmente da que não consegue disciplinar o uso dos celulares, que não se aparta dos fones de ouvido, que exageram na extravagância da aparência, que não aceitam ordens, que não obedecem horários e não chegam a ser produtivos. Com o advento das IAS, diminui o desenvolvimento intelectual dos mesmos e diminuía a capacidade produtiva.

Há que se ter uma maior preocupação da parte dos governantes quanto ao papel das escolas de formação técnico-profissionalizantes, que são tantas, contudo não se vê ampliado o quadro de profissionais habilitados nos mercados de trabalho.

Além das escolas, existem ainda os centros de formação profissional, tais como SESI, SESC, SENAC, SENAI e muitos institutos espalhados em todo o país. Portanto, não se pode mais dizer que faltam oportunidades para que os jovens se desenvolvam e ocupem os mercados, mas que há um forte desinteresse da parte dos jovens, que parecem não acreditar nas premissas do futuro.

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