Um desfile militar promovido pela China, nesta quarta-feira (3), deixa claro que aquele país, assim como o fazem a Rússia e a Coreia do Norte, queria mostrar para o mundo, começando pelos Estados Unidos, seu poderio militar. Um evento dessa natureza tem como principal objetivo intimidar superpotências que tencionam participar de embates futuros, a exemplo do bloco da Organização do Tratado Norte (Otan).
O espetáculo que esses países apresentam, muito se parecem com modelo adotado por Hitler, quando este conclamava toda Alemanha para maior carnificina das últimas décadas, que foi a Segunda Guerra. Como se comprova dentro da história, o que faz ganhar guerras não são o poderio armamentista ou a quantidade de soldados, mas sim as estratégias dos comandantes que não pensam quando estão irados, e sim quando serenos.
O que a Rússia, a Coreia do Norte e, por último, a China, muito se parece com blefe ou suposta ameaça. Essas metodologias não são de praxe entre os norte-americanos, que geralmente gostam de surpreender os inimigos, ao invés de expor a eles o seu potencial de fogo. Ninguém pode imaginar o que o Pentágono guarda para os momentos mais desafiadores, especialmente quando estes colocam os EUA na mira dos inimigos.
O que os aliados da China parecem não entender é que ela não pretende entrar em guerra neste momento em que ela luta para vencer os Estados Unidos com tecnologias e robustez de mercado. Um confronto, agora, com a superpotência americana seria uma péssima ideia.
