A movimentação de milhões de venezuelanos para a defesa do ditador Maduro, acuado pelas forças militares dos Estados Unidos dentro do seu próprio território, é uma das mais tristes manifestações da ignorância e falta de perspectiva de pessoas doutrinadas na forma mais rude e desprezível atribuída aos seres humanos. Talvez a doutrinação não seja o ato ideal, à caracterização desses personagens anônimos, e sim o adestramento.
Parte da humanidade, por mais perto que esteja do conhecimento, continua sem rumo, sem ideal e sem amor próprio. Vestir uma farda, empunhar uma arma em defesa de um ser insensível e cruel é superar seu máximo de idiotice e vulgaridade. Os que assim agem, são encarados pelo poder que os domina, da mesma forma que os cães criados para destruir vidas. Há nesse contexto, os que são obrigados e também os que aderem à causa perdida, com o sentimento único de tentar defender a continuidade do mal.
Pessoas com essa natureza existem desde os primórdios da humanidade, no entanto, os primitivos atuavam com os ideais de ver crescer seus territórios, garantir a paz entre os irmãos, a liberdade e de conquistar riquezas.
Por mais que se pregue a paz em todos os confins da Terra, por mais que se dissemine os benefícios do amor entre as pessoas, sempre há os que gostam de sangue, de carnificina e destruição. São líderes malditos, que obrigam os jovens a abrir mão de seus sonhos e da própria vida, com a promessa de medalhas, mérito e outras coisas mais que nunca poderão ser comparadas ao valor da vida.
