Brasil à cabidela

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Desde que o Judiciário brasileiro meteu o pé pelas mãos, o país não é mais o mesmo. O resultado dessa malfada ideia confirma a veracidade da frase: “nada é tão ruim que não possa piorar”. Entusiasmado, arrogante, prepotente e, acima de tudo, corajoso, o ministro Alexandre de Moraes mudou as regras da justiça da mesma forma como um pianista troca de partitura para esvaziar a festa.

Desde o início do novo e intrigante sistema, as relações internas e externas estão abaladas, chegando a ser comparadas com a uma nova Torre de Babel, no aspecto da comunicação harmoniosa. Falta também o respeito às competências e sobra atropelos nas relações. Em suma, o Brasil virou uma casa de mãe Joana. É aqui que nossos avós diziam: ‘panela que muitos mexem não faz comida boa’.

Os ministros do STF, que viam somente o céu como limite, experimentam agora as surpresas do revés, a partir de quando passaram a incomodar um de seus mais importantes aliados, no caso, o Estados Unidos, que não vê com alegria a permanência de governos ditatoriais. As penalidades estão acontecendo e o objetivo é levar de volta o Brasil aos trilhos da properidade e não ao fundo do poço como querem os que alimentam práticas comunistas.

A celeuma ora vivida pelo Brasil, país que já foi cantado em versos e prosas por conta de sua condição de terra afável e ordeira, não pode ofuscar o brilho de nossas estrelas por uma minoria de aloprados, que deseja, tão somente, transformar nossa república em galinheiro e nos comer à cabidela.

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