Dentro do Brasil se tem uma parte dos Estados Unidos, que é o país mais rico do mundo, e outra que se compara ao Sudão do Sul, o mais pobre de todos. Esta realidade vem desde a chegada dos portugueses às terras baianas. Em toda a existência universal existe a divisão de classes, de cores, de posses, títulos e famílias. A desigualdade, contudo, se dá pela ambição dos ricos e a conformação do pobre, salientando-se que o primeiro sempre foi superior ao segundo.
A ganância transforma o homem em bloco de concreto. Ela é característica dos reinos, desde o começo da humanidade. A ela são atribuídas as guerras, as tiranias, as traições e injustiças. A disputa constante que se dá entre as classes dominantes sempre foi e será prejudicial aos desfavorecidos da sorte. São eles que mesmo tendo pouco ou mesmo nada, veem crescer as dificuldades em seus nichos, já que tal disputa acaba desviando a objetividade do básico.
Os discursos são verdadeiros contos de fada ou como as lâmpadas de Aladdin. Apesar de utópicos, eles conseguem reacender a esperança dos necessitados, que nunca desistem de sonhar e lutar por essa tal de igualdade.
O Brasil, depois da criação do Bolsa Família e outros programas de natureza social, fez com que o mercado de trabalho tivesse um estranho comportamento, a começar pelo campo, onde a mão de obra se tornou escassa, isto porque muitos jovens, antes trabalhadores, trocaram os roçados pelos bares e viraram fregueses do tráfico, ficando ainda mais dominados e desiguais.
