A atriz francesa Brigitte Bardot, uma das maiores referências do cinema europeu e figura marcante na defesa dos direitos dos animais, morreu neste domingo (28), aos 91 anos, em sua residência em Saint-Tropez, no sul da França. A informação foi confirmada por sua fundação, que não divulgou a causa da morte.
Símbolo de uma geração, Bardot construiu uma carreira que ultrapassou as telas. Lançada ao estrelato ainda jovem, ganhou projeção mundial após o filme “E Deus Criou a Mulher”, na década de 1950, obra que transformou sua imagem em sinônimo de liberdade e ousadia. Ao longo da trajetória, participou de cerca de 50 produções e tornou-se referência de estilo e comportamento, influenciando moda, estética e a cultura pop.
Nos anos 1960, consolidou sua posição entre os grandes nomes do cinema francês com papéis marcantes em obras de diretores renomados. Além da atuação, também se aventurou na música e no universo publicitário, permanecendo constantemente em evidência.
Afastada das câmeras desde 1973, Bardot dedicou as últimas décadas à militância em prol da causa animal. Criou a Fundação Brigitte Bardot, instituição internacionalmente reconhecida por ações de proteção e campanhas contra maus-tratos.
A atriz também viveu relações pessoais e opiniões públicas que frequentemente geraram repercussão e controvérsias, mantendo seu nome em debate muito além do universo artístico.
Brigitte Bardot deixa um legado singular, marcado pelo rompimento de padrões, pela construção de uma das imagens mais icônicas do cinema mundial e por sua atuação firme em defesa dos animais.
