Cachorra é estuprada e morta após casa ser invadida em condomínio do Ceará.

De acordo com a tutora, o crime ocorreu na segunda-feira (17), em um residencial da cidade. No momento da invasão, ela estava de plantão no trabalho.
Compartilhe

Uma moradora de um condomínio no bairro Conjunto Industrial, no município de Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, denunciou que teve a casa invadida e que sua cadela foi vítima de violência sexual durante o período de Carnaval. O caso veio a público nesta quarta-feira (18), por meio de relatos publicados nas redes sociais. O animal não resistiu aos ferimentos e morreu.

De acordo com a tutora, o crime ocorreu na segunda-feira (17), em um residencial da cidade. No momento da invasão, ela estava de plantão no trabalho. A situação só foi descoberta na terça-feira (18), quando o pai da moradora foi ao apartamento para alimentar a cadela e a encontrou em estado grave.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, a mulher descreveu a cena encontrada no imóvel. Segundo ela, o apartamento ficou “em um estado de guerra”, com sangue espalhado por diversos cômodos. “Tem sangue espalhado por todo lado, as imagens são horríveis. E saíram do apartamento e deixaram ela lá”, relatou.

A cadela, chamada Rapunzel, foi socorrida e levada a um hospital veterinário, onde recebeu atendimento emergencial. Apesar dos esforços da equipe médica, o animal morreu por volta das 13h da quarta-feira (18), em decorrência da gravidade das lesões.

“Nada vai trazer a vida da Rapunzel de volta e nada vai pagar a atrocidade que fizeram com ela. Fizeram isso com ela dentro do meu apartamento, no condomínio onde eu moro”, desabafou a tutora.

Agentes da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) estiveram no local para realizar os primeiros levantamentos. Peritos coletaram material para exame de DNA e impressões digitais, e um boletim de ocorrência foi registrado. A moradora afirmou que todas as medidas cabíveis já foram adotadas e elogiou o atendimento recebido. “Graças a Deus, eu fui muito bem recebida pela Polícia Civil, vieram na minha casa, trouxeram perícia, pegaram dados”, declarou.

A reportagem entrou em contato com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará (SSPDS) para solicitar posicionamento sobre o caso, mas até o momento não houve retorno. O texto será atualizado assim que houver manifestação oficial das autoridades.

O caso gerou comoção nas redes sociais e mobilizou moradores da região, que cobram a identificação e responsabilização dos envolvidos.

Você pode gostar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também pode se interessar
Publicidade