Cristian Ribera conquista prata inédita e celebra: “O esporte muda vidas”

Após a prova, Ribera comemorou o resultado e destacou a emoção de alcançar o pódio. “Estou muito feliz, gostei muito da prova
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O Brasil viveu uma manhã histórica nesta terça-feira (10). O atleta Cristian Ribera conquistou a medalha de prata no esqui cross-country nos Jogos Paralímpicos de Inverno de Milão-Cortina, garantindo um resultado inédito para o país. A conquista representa a primeira medalha da história do Brasil em Paralimpíadas de Inverno.

Após a prova, Ribera comemorou o resultado e destacou a emoção de alcançar o pódio. “Estou muito feliz, gostei muito da prova. Agora quero estar lá em Los Angeles”, afirmou o atleta.

O brasileiro começou o dia em grande forma e registrou o melhor tempo já na fase classificatória. Apesar disso, ele explicou que largar muito à frente pode trazer desafios estratégicos, já que os adversários acabam iniciando a prova mais próximos.

“Tenho ganhado várias qualificatórias e sair muito na frente nem sempre é tão bom, porque os outros largam mais perto. Existe essa parte estratégica”, comentou.

Durante a entrevista, Ribera também deixou uma mensagem de incentivo para pessoas com deficiência que sonham em seguir carreira no esporte. Segundo ele, a prática esportiva pode transformar vidas e aumentar a independência. “Se você tem um sonho, continue batalhando”, disse.

Cristian Ribera começou a competir ainda na infância, aos quatro anos de idade. Hoje, aos 23 anos, celebra sua primeira medalha paralímpica.

Como foi a prova

Ao longo das disputas, as condições da pista foram mudando e a neve ficou mais pesada, o que, segundo o atleta, tende a favorecer competidores com menos limitações físicas.

Na final, a disputa foi intensa. Ribera largou com quatro segundos de vantagem sobre um rival da Ucrânia, conhecido por crescer durante a corrida.

Em um trecho da pista, o adversário se aproximou rapidamente. “Ele avisou que estava chegando e eu fui para o lado para evitar qualquer risco de colisão”, relatou.

Na sequência, o brasileiro reagiu, atacou nas subidas e fez curvas rápidas para abrir vantagem novamente. Na descida final, porém, a disputa ficou ainda mais apertada.

“Olhei no telão e vi que estava todo mundo muito perto. Fiz a última subida com toda a força que tinha”, concluiu o atleta.

Fonte: Metrópoles

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