O segundo caso de Mpox no Ceará deste ano foi confirmado pela Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), por meio da plataforma Integra SUS, nesta segunda-feira (16).
Cenário da MPox no Ceará em 2026
Não há informações sobre faixa etária ou sexo da pessoa diagnosticada. Ao todo, o estado possui, em 2026, até agora:
27 casos notificados;
2 casos confirmados;
17 casos descartados;
8 casos suspeitos.
Apesar da atualização na plataforma desta segunda-feira, o caso foi contabilizado em fevereiro, assim como o primeiro registro.
No dia 10 deste mês, o primeiro caso foi confirmado por meio do painel de monitoramento do Centro Nacional de Inteligência Epidemiológica e Vigilância Genômica.
SOBRE O PRIMEIRO PACIENTE
Na última terça-feira, o paciente é um homem, branco, de 37 anos. O painel também indica que ele possui ensino médio completo.
Na data, a Sesa confirmou o primeiro caso e destacou o atual estado de saúde do paciente.
“Trata-se de homem, que recebeu assistência médica adequada e apresentou evolução clínica favorável”, ressaltou o órgão estadual de saúde.
Como a Mpox é transmitida?
A principal forma de transmissão da Mpox ocorre por meio do contato direto pessoa a pessoa (pele, secreções) e exposição próxima e prolongada com gotículas e outras secreções respiratórias.
Ocorre, principalmente, por meio do contato direto pessoa a pessoa com as erupções e lesões na pele, fluidos corporais (tais como pus, sangue das lesões) de uma pessoa infectada.
Como é feito o diagnóstico da Mpox?
O diagnóstico é laboratorial, por teste molecular ou sequenciamento genético, feito por meio da coleta de material das lesões de pele.
Conforme o Ministério da Saúde, a amostra a ser analisada é coletada, preferencialmente, da secreção das lesões. Quando as lesões já estão secas, são examinadas as crostas das lesões. As amostras são encaminhadas para os laboratórios de referência no Brasil.
Fonte- Diário do Nordeste
