Tamy Contro fala sobre divórcio de Projota e decisão envolvendo filhos

O ex-casal, que é pai de Marieva, de 6 anos, e Otto, de 3, anunciou a separação em 2023
Compartilhe

Tamy Contro conversou com os seguidores e abriu o jogo sobre o fim do casamento com Projota. O ex-casal, que é pai de Marieva, de 6 anos, e Otto, de 3, anunciou a separação em 2023.

No papo, a influenciadora refletiu sobre o término, mesmo com dois filhos, e destacou que não abriria mão do que acredita ser inegociável apenas para manter a família unida. “Não acho que a decisão de um divórcio deva ser baseada nas crianças e, sim, na relação entre os adultos. Pode soar egoísta, mas um relacionamento não deve ser mantido apenas por causa dos filhos”, disse ela.

E continuou: “Muitos casais continuam juntos acreditando que isso é o melhor para as crianças, quando na verdade elas acabam crescendo em um ambiente de infelicidade. No meu ponto de vista, isso pesa muito mais do que a separação em si. Na minha visão, pais felizes criam filhos mais saudáveis emocionalmente”, destacou.

Tamy Contro detalhou como foi o seu término com Projota: “Quando pensei no meu divórcio, olhei exclusivamente para mim, para o tipo de mãe que eu queria ser e para o exemplo que eu queria dar. Cuidar da sua própria felicidade não é negligenciar a felicidade dos seus filhos, é justamente o que permite que você esteja bem para eles. No fim, isso reflete diretamente na vida das crianças”, afirmou.

Ela também pontuou que não acha saudável quando um relacionamento ultrapasso algo que você acredita ser essencial.

“Acredito que todo relacionamento tem seus chamados ‘inegociáveis’. Não vejo relacionamento como algo descartável, ainda mais quando envolve uma família, mas também não acho saudável ultrapassar aquilo que para você é essencial. Quando esses limites são atingidos, é importante se manter firme”, disse ela.

E concluiu: “Não dá para negociar a própria felicidade, mesmo quando existem filhos envolvidos. No fim, preservar quem você é e o que te faz bem não é egoísmo (ao meu ver) é responsabilidade. Porque é isso que sustenta relações mais saudáveis, inclusive com os próprios filhos”, encerrou Tamy Contro.

Fonte: Metrópoles.

Você pode gostar

Entre os profissionais que tendem a não ser diretamente impactados estão servidores públicos com jornadas específicas, militares, profissionais da saúde em regime de plantão, aeronautas e marítimos., trabalhadores embarcados da indústria de petróleo, empregados sob escala 12×36.
O CRB saiu na frente com Micael, que aproveitou um rebote após falha defensiva de Gazal.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também pode se interessar
Publicidade