O duelo entre Fortaleza Esporte Clube e Clube de Regatas Brasil começou com um primeiro tempo extremamente arrastado, daqueles difíceis de acompanhar até o fim. Faltou intensidade, criatividade e, principalmente, futebol.
De um lado, o Fortaleza mostrou um ritmo lento, quase apático. Do outro, o CRB tentou compensar suas limitações com esforço, mas sem grande efetividade. O resultado foi um jogo pobre tecnicamente, com apenas duas finalizações certas curiosamente, uma para cada lado, ambas convertidas em gol.
O CRB saiu na frente com Micael, que aproveitou um rebote após falha defensiva de Gazal. Já o Fortaleza respondeu com Mailton, em uma cobrança de falta precisa, executada com categoria.
Na segunda etapa, o cenário melhorou levemente. Logo no início, Dadá quase colocou o CRB novamente em vantagem ao acertar a trave. Mas foi o Fortaleza quem conseguiu ser mais eficiente: Miritello, que entrou no lugar de Lucas Emanuel, acertou um belo chute de primeira e garantiu a virada.
Depois disso, o time comandado por Juan Pablo Vojvoda ainda tentou construir algumas jogadas ofensivas, com finalizações de Pochettino, Luiz Fernando e Prior, mas sem grande perigo.
No fim das contas, foi um jogo que entregou muito pouco além do essencial. Vitória magra, atuação discreta e a sensação de que ficou devendo a famosa “conta do chá”.
Fonte: Diário do Nordeste
