Menopausa: quais suplementos funcionam?

Durante a perimenopausa e a menopausa, a queda dos níveis de estrogênio pode provocar ondas de calor
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Com o aumento de conteúdos sobre menopausa nas redes sociais, suplementos como magnésio, juba-de-leão, creatina e colágeno vêm sendo apontados como aliados indispensáveis para aliviar sintomas como insônia, ansiedade e “névoa mental”. Mas especialistas alertam que nem todas essas promessas têm respaldo científico.

Durante a perimenopausa e a menopausa, a queda dos níveis de estrogênio pode provocar ondas de calor, suores noturnos, alterações no sono, ansiedade, dores articulares, dificuldade de concentração e mudanças na composição corporal. Embora a terapia de reposição hormonal (TRH) siga como o tratamento mais eficaz para muitos casos, alternativas naturais têm ganhado espaço entre quem não pode ou não deseja recorrer ao método.

Entre os suplementos mais populares está o magnésio, mineral essencial envolvido em mais de 300 processos metabólicos do organismo, incluindo relaxamento muscular, funcionamento do sistema nervoso e controle da pressão arterial.

Estudos indicam que o magnésio pode ajudar a melhorar a qualidade do sono, facilitando o adormecer e reduzindo quadros de insônia, especialmente em mulheres mais velhas. Também há evidências de que ele pode aliviar, de forma moderada, sintomas de ansiedade principalmente em pessoas com deficiência do mineral.

Outro possível benefício está na saúde óssea. Com a redução do estrogênio, aumenta o risco de osteoporose, e o magnésio pode contribuir para a formação de tecido ósseo e para a manutenção da densidade dos ossos.

Por outro lado, não há comprovação científica de que o suplemento seja eficaz no combate a ondas de calor, ganho de peso ou sintomas cognitivos, como falhas de memória e dificuldade de concentração.

Especialistas também destacam que a forma do suplemento faz diferença: citrato e glicinato de magnésio costumam ser melhor absorvidos pelo organismo, enquanto o óxido apresenta menor eficácia. Além disso, o uso excessivo pode causar diarreia e até afetar o funcionamento cardíaco e neurológico. Pessoas com problemas renais devem evitar a suplementação sem orientação médica.

Fonte: G1

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