A China deu mais um passo na corrida pela robótica doméstica com a apresentação do SeeLight S1, novo humanoide criado pela GigaAI. Segundo a empresa, o robô será um dos primeiros do mundo a sair dos laboratórios para ser testado em casas reais, executando atividades como cozinhar, limpar ambientes e prestar auxílio a idosos.
Desde o ASIMO, da Honda, apresentado ainda no começo dos anos 2000, a indústria de robôs humanoides tenta aproximar máquinas da rotina humana. Mais recentemente, gigantes da tecnologia e da robótica exibiram modelos realizando tarefas domésticas em vídeos cuidadosamente planejados. A iniciativa da chinesa GigaAI, no entanto, aposta em um cenário mais desafiador: testar o SeeLight S1 em lares reais, com interação cotidiana e situações imprevisíveis.
Diferentemente de projetos limitados a laboratórios ou apresentações controladas, o SeeLight S1 já iniciou sua fase prática de implementação. A GigaAI informou que 100 unidades do humanoide começaram a ser enviadas para moradias corporativas em Wuhan, onde serão avaliadas em situações reais do cotidiano por profissionais ligados ao setor de tecnologia.
Enquanto grande parte dos humanoides atuais ainda depende de apresentações cuidadosamente planejadas, o SeeLight S1 começa a dar seus primeiros passos em ambientes reais. A startup chinesa GigaAI anunciou a distribuição inicial de 100 unidades do robô em moradias corporativas de Wuhan, em um programa de testes voltado ao uso cotidiano da tecnologia.
Na próxima fase do projeto, prevista para o primeiro semestre de 2027, a GigaAI pretende ampliar os testes do SeeLight S1 para residências familiares em Wuhan. Segundo a empresa, as unidades serão distribuídas gratuitamente e a prioridade será dada a lares com idosos, crianças ou animais de estimação.
A GigaAI planeja expandir a implantação do SeeLight S1 já no primeiro semestre de 2027. A nova etapa prevê a distribuição gratuita do humanoide para famílias da cidade de Wuhan, com foco em residências que tenham idosos, crianças ou pets, ambientes considerados estratégicos para avaliar a interação cotidiana do robô.
