A China imporá a partir desta quinta-feira (1º) uma tarifa adicional de 55% sobre as importações de carne bovina procedentes do Brasil, depois que os envios do país esgotaram a cota anual fixada por Pequim dentro de suas medidas de proteção ao setor, segundo informou o Ministério do Comércio chinês.
De acordo com um aviso publicado pela pasta do Comércio chinesa, as importações de carne bovina brasileira atingiram em 29 de setembro 100% do volume específico atribuído ao Brasil no âmbito das medidas anunciadas em 2025.
Segundo essas normas, a partir do terceiro dia a contar da data em que um país esgota sua cota, neste caso a partir de 1º de outubro, as compras provenientes dessa origem ficam sujeitas a uma taxa adicional de 55% sobre a tarifa vigente.
Uma situação semelhante ocorreu em junho com a Austrália, quando a China anunciou a aplicação da mesma tarifa adicional de 55% sobre a carne bovina australiana a partir do dia 20 daquele mês, depois que seus envios atingiram 100% da cota anual atribuída por Pequim.
A China aplica desde 1º de janeiro de 2026 medidas de proteção à carne bovina importada, com cotas por país e um acréscimo de 55% para os envios que superem os volumes estabelecidos.
Pleno.News – 30/09/2026 23h37
Carne brasileira importada para a China sofre sobretaxa Foto: Pexels/Los Muertos Crew
A China imporá a partir desta quinta-feira (1º) uma tarifa adicional de 55% sobre as importações de carne bovina procedentes do Brasil, depois que os envios do país esgotaram a cota anual fixada por Pequim dentro de suas medidas de proteção ao setor, segundo informou o Ministério do Comércio chinês.
De acordo com um aviso publicado pela pasta do Comércio chinesa, as importações de carne bovina brasileira atingiram em 29 de setembro 100% do volume específico atribuído ao Brasil no âmbito das medidas anunciadas em 2025.
Leia também
1 Mensagens revelam jantar entre Vorcaro e ministro de Lula
2 Leonardo Avalanche, do PRTB, desiste de disputar a Presidência
3 Nikolas: Reeleição de Lula afetará o Brasil pelos próximos 40 anos
4 STF: Gilmar homenageia Fachin e faz críticas indiretas a Mendonça
5 Mendonça muda voto e mantém post de ator sobre padroeira
Segundo essas normas, a partir do terceiro dia a contar da data em que um país esgota sua cota, neste caso a partir de 1º de outubro, as compras provenientes dessa origem ficam sujeitas a uma taxa adicional de 55% sobre a tarifa vigente.
Uma situação semelhante ocorreu em junho com a Austrália, quando a China anunciou a aplicação da mesma tarifa adicional de 55% sobre a carne bovina australiana a partir do dia 20 daquele mês, depois que seus envios atingiram 100% da cota anual atribuída por Pequim.
A China aplica desde 1º de janeiro de 2026 medidas de proteção à carne bovina importada, com cotas por país e um acréscimo de 55% para os envios que superem os volumes estabelecidos.
Segundo dados divulgados pelo governo federal no início do ano, a cota atribuída ao Brasil para 2026 era de 1,1 milhão de toneladas, com uma tarifa ordinária de 12% dentro do limite e um acréscimo adicional de 55% para o volume que ultrapassar esse teto.
O anúncio afeta um dos setores mais sensíveis da relação comercial entre os dois países. A China foi em 2025 o principal destino da carne bovina brasileira, com 1,68 milhão de toneladas compradas, cerca de 48% de todo o volume exportado pelo Brasil.
As vendas ao gigante asiático renderam ao Brasil 8,9 bilhões de dólares (equivalente a R$ 46,1 bilhões) em 2025, do total de vendas de 18,03 bilhões de dólares (equivalente a R$ 94,8 bilhões).
Fonte- Pleno News
