Mesmo pressionado, Mick Schumacher mostra força no mercado de pilotos da F1

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Alemão da Haas tem trazido prejuízo em acidentes; mesmo assim, é cotado em vaga na Aston Martin.

O começo da temporada 2022 coloca Mick Schumacher em uma situação inusitada na Fórmula 1. Ao mesmo tempo em que se vê pressionado pela falta de resultados e pelos prejuízos que dá à Haas, o alemão passou a ser protagonista do mercado de pilotos.

Em sete corridas no ano, o filho de Michael Schumacher disputou apenas seis, sem somar pontos. O melhor resultado foi no GP do Bahrein, primeira etapa do calendário, no qual ele foi 11º colocado.
Na prova seguinte, o GP da Arábia Saudita, Mick sofreu um forte acidente durante a classificação e acabou fora da prova do domingo. À época, a Haas avaliou que teria um prejuízo de até US$ 1 milhão (cerca de R$ 4,8 milhões em valores atuais) com a pancada, o que levou o time a se concentrar na prova seguinte, na Austrália.

No GP de Mônaco, sétima etapa do ano, novo acidente. Desta vez, o alemão perdeu o controle na volta 27 e se chocou contra as barreiras de proteção, o que provocou a quebra da parte traseira do carro. De acordo com a imprensa europeia, a Haas avaliou os gastos com o conserto novamente em US$ 1 milhão.
Após a prova em Mônaco, o chefe de equipe da Haas, Günther Steiner, admitiu sua decepção com o desempenho. A declaração do dirigente foi avaliada na imprensa europeia como uma cobrança para Mick Schumacher.

“Não é satisfatório ter uma grande batida de novo. Precisamos ver como evoluímos a partir daqui”, disse Steiner que, mesmo com as despesas crescentes na temporada, defende o teto orçamentário das equipes na F1.

“Não deveríamos agora mudar o teto orçamentário e aumenta-lo, porque ele é bom para a corrida no pelotão intermediário agora”, declarou também.
Mick Schumacher é um dos dois pilotos titulares da F1 em 2022 que ainda não pontuaram – o outro é Nicholas Latifi, da Williams. Com 28 corridas no currículo, o alemão ainda busca terminar uma prova pela primeira vez entre os 10 primeiros.

A pressão aumentou diante das mudanças na Haas para 2022. Com a saída de Nikita Mazepin e a volta de Kevin Magnussen, a equipe conseguiu colher bons resultados. Em sete provas, foram 15 pontos, todos somados pelo dinamarquês.

Mesmo assim, a imprensa europeia coloca Mick Schumacher como candidato a uma vaga na Aston Martin em 2023. O alemão substituiria o compatriota Sebastian Vettel, que tem contrato apenas até o fim de 2022.
Mesmo assim, na equipe britânica, Vettel é a prioridade. “Temos claro que queremos permanecer com Sebastian”, disse o chefe de equipe Mike Krack.

Fonte: Band/Esportes

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