Ceará prorroga campanhas de vacinação contra a influenza e o sarampo

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A decisão foi tomada pelo Ministério da Saúde, com o objetivo de aumentar as coberturas das vacinas.

A nova data de imunização contra o sarampo e a influenza foi alterada para o dia 24 deste mês. A população que faz parte dos grupos prioritários pode continuar buscando os postos de saúde, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Na Capital, Fortaleza, nos fins de semana, os postos disponíveis são o Paulo Marcelo, no Centro, e Messejana, no mesmo horário. É necessário levar um documento com foto.

Pouco mais de 268.605 pessoas foram vacinadas contra a influenza na Capital, o que representa 30% do público prioritário; e 89.194 foram vacinadas contra o sarampo, sendo 56.849 crianças, o que corresponde a 35% da meta. Em Sobral, maior cidade da Zona Norte do Estado, a segunda etapa da vacinação se estende até o dia 3 de julho, e engloba diversos públicos prioritários, como gestantes, puérperas, professores, pessoas com comorbidades e deficiências permanentes.

Além deles, também podem buscar o imunizante: caminhoneiros; trabalhadores de transporte coletivo rodoviário urbano e de longo curso; trabalhadores portuários; forças de segurança e salvamento; forças armadas; funcionários do sistema de privação de liberdade; população privada de liberdade e adolescentes e jovens em cumprimento de medidas socioeducativas.

De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina contra a influenza pode ser administrada simultaneamente a outras, incluindo a vacina contra a Covid-19, com exceção das crianças de 5 a 11 anos. Nestes casos, ainda segundo o Ministério, deve ser priorizada a vacina contra a Covid-19 e aguardar 15 dias para aplicação do imunobiológico contra a influenza na faixa etária indicada.

No caso da vacinação contra o sarampo, na chamada campanha de segmento, são imunizadas as crianças menores de cinco anos, independentemente da situação vacinal. Mesmo as que já iniciaram ou completaram seus esquemas vacinais devem comparecer para receber a dose da campanha.

Sobre os trabalhadores da saúde, o objetivo é atualizar as doses que ainda estejam atrasadas, além de proteger o público contra a doença, considerando o risco diante da maior exposição nos serviços de saúde, sem estabelecimento de meta.

A campanha pretende eliminar os chamados “bolsões” de não vacinados, evitando novos surtos de sarampo, captando os não vacinados ou que, por acaso, não tiveram resposta imunológica satisfatória às doses anteriormente aplicadas. A última campanha de seguimento e vacinação contra o sarampo ocorreu em 2018.

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