Seas apura denúncias de assédio e agressão em unidades socioeducativas do Ceará

O suspeito é um socioeducador, que está temporariamente afastado das funções
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A Superintendência do Sistema Estadual de Atendimento Socioeducativo (Seas) abriu sindicâncias para investigar denúncias de assédio sexual e de agressão envolvendo servidores do órgão. Os casos teriam ocorrido em unidades localizadas nas cidades de Sobral e Fortaleza.

Segundo informações publicadas no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (6), uma das investigações apura denúncias de assédio sexual supostamente praticado por um socioeducador contra colegas de trabalho na unidade de Sobral. O servidor foi afastado preventivamente de suas funções enquanto o caso é analisado. O processo corre sob segredo de Justiça, e o número de vítimas não foi divulgado.

Em outra frente, a Seas instaurou uma segunda sindicância para apurar denúncias de agressão contra um adolescente interno no Centro Socioeducativo Passaré (CSP), em Fortaleza. A direção da unidade é alvo do procedimento, que buscará verificar a veracidade dos relatos.

Por meio de nota, a Superintendência reafirmou o compromisso com “a integridade, o respeito e a dignidade de todos os profissionais e adolescentes atendidos”, destacando que todas as denúncias recebidas são apuradas com rigor e que mantém política de “tolerância zero a qualquer forma de assédio ou conduta incompatível com a ética pública”.

Uma comissão foi designada para conduzir as investigações, que devem ser concluídas em até 15 dias, seguindo os princípios da legalidade, imparcialidade e proteção às partes envolvidas.

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