Acredita-se que o mundo vive o mais conflitante dilema de sua existência. Já não se sabe o tipo de viver que nos reservam para as próximas décadas ou anos, meses, enfim, estamos a mercê líderes inescrupulosos, sob a mira de armamentos pesados, correndo o risco de que as guerras frias esquentem, ou mesmo que haja uma invasão de extraterrestres.
As “inovações” no ensino e o incremento tecnológico calaram os conceitos tradicionais e fizeram valer os princípios da quantidade incapaz suprindo os mercados, das transformações genéticas, da robotização, dentre outros aspectos que deixam claro o desejo do homem em concorrer com Deus.
Não se pode discordar dos novos tempos, do mundo tecnológico, nem das novas mentes. No entanto, o que se espera do poder evolutivo são resultados eficazes na cura de doenças desafiadoras, diminuição da violência urbana, fortalecimento e moralidade da justiça, de uma nova consciência política, preservação e melhoria do meio ambiente, estímulo à cidadania, promoção da paz e protocolos de humanização.
Os cientistas estão voltando suas atenções ao que pode haver em outros planetas, galáxias, aos buracos negros e outros processos que, sequer conseguem gerar uma expectativa de descobertas mirabolantes que possam desvendar os mistérios do universo. Eles sabem que não terão troféu nessas investidas, já que o cosmos se expande e confunde ainda mais suas mentes curiosas, até que cheguem à conclusão de que Jamais o mundo será desvendado.
