Desde há muito, costuma-se dizer: quem vai com muita sede ao pote acaba quebrando-o. Pois bem, fazendo uma relação desse dito popular com o vem ocorrendo com as redes sociais, notadamente com o crescimento e a diversificação de golpes, fraudes e extorsões, conclui-se que o sistema não demora a colapsar, tornando-se inviável à maioria dos serviços que hoje não dão a possibilidade de resolver problemas sem precisar sair do conforto dos lares ou dos afazeres das empresas.
A forma como as quadrilhas cibernéticas estão agindo, ameaçam os mecanismos utilizados pelos bancos e muitas outras instituições prestadoras de serviços, a perderem a confiança dos seus usuários, temendo ser vítimas de famigerados calotes. A Internet, que fora criada com o intuito de integrar os povos e promover facilidades, poderá ter o mesmo destino da bomba atômica e do próprio avião, que era para encurtar viagens, mas que acabou sendo transforado em arma de guerra, motivo pelo qual Santos Dummont decidiu suicidar-se.
A globalização continua sendo um dos mais notáveis alcances da humanidade na maioria dos países. A internet é a grande responsável pelo evento, contudo, em se tratando do Brasil, o sistema que chegou como encanto, passa a ser um espanto, isto por se tornar uma potente arma nas mãos de quadrilhas organizadas, que já não precisam assaltar bancos, explodir caixas eletrônicos, carro forte e outras atividades criminosas como sequestros, isto porque descobrem meios e mais meios de praticar crimes cibernéticos, desde cidadãos comuns até instituições multinacionais e outras organizações. Se não mudar, todos voltarão às filas.
