A economia brasileira dá sinais de asfixia, o que faz com que o comércio, principalmente, se torne ainda mais inventivo no sentido de se manter ativo em meio às tormentas de um país gastador e de maus investimentos. Com esse modelo de governança, nenhum brasileiro desta e das futuras gerações verá o Brasil como nação séria e honesta.
A farsa da luta pelas igualdades, muito embora caduque, ainda prevalece, dando provas de que a mentalidade do povo não evolui, e há muitas razões para tal, começando pela conduta dos órgãos mantenedores, que mais se parecem com ratos vigiando queijos. O pior de tudo é que os atos de imoralidade praticados no Brasil, nos três poderes, estão levando o país a uma descrença internacional, que chega a ser um tiro de misericórdia na economia e nos demais setores contaminados.
Quem lê, escuta e vê os noticiários dos países desenvolvidos, logo percebe a enorme diferença no formato das informações. As manchetes mais comuns trazem à tona a corrupção, a matança, o tráfico, a injustiça agindo contra os mais pobres e a justiça a serviço dos ricos. Os fatos se tornaram repetitivos a ponto da população não mais se indignar e até aderir aos moldes, entendendo que já não há espaço para honra, honestidade ou prosperidade, mas sim roubalheira.
As projeções em torno do crescimento do futuro do Brasil não contemplam liberdade de expressão, saúde digna, educação evolutiva ou formação cidadã. Diante dessas tristes perspectivas, aumenta o número de jovens que aspiram deixar o Brasil e tentar vida melhor em outras plagas. Por aqui já deu.
