Limpeza: um compromisso de todos

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A problemática da limpeza pública continua sendo um dos calos mais incômodos em todos os centros urbanos, isto porque não foram instituídas normas e práticas de convivência com tal aspecto desafiador de gestões. Em pleno século em que se aposta cada vez na corrida tecnológicas capazes de ampliar o entendimento humano e criar mecanismos resolutivos para a maioria dos problemas sociais, não pode o lixo continuar nesse contexto como velho incômodo.

É sabido e bem apropriado repetir que limpeza não é ação isolada do poder público, mas de todas as pessoas de uma comunidade. As pessoas, na atualidade, não podem ter o mesmo comportamento de crianças que esperam por ações de seus pais ou cuidadores, para mantê-los limpos, cheirosos, arrumados e vistosos.

Tais costumes estão aos poucos sendo superados com a educação que os pequenos recebem nas escolas e que contribuem para que eles adotem desde cedo a consciência de que todos são responsáveis no aspecto da promoção e preservação da limpeza.

Se as famílias aprenderem e praticarem os atos de reciclar o lixo de casa, coloca-lo em depósitos apropriados e esperar o dia da coleta para coloca-lo na rua, já estarão fazendo a boa ação de contribuir com o bem-estar coletivo. O papel deve ser de todos, e não do poder público, somente. Não é porque a gente paga impostos e taxas, que não possa colaborar no sentido de ver a cidade sempre limpa, sem lixo jogado nos bueiros e esgotos, sem sacolas amontadas e rasgadas por animais famintos. Se eu começar me limpando o mundo será limpo.

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