Triste fim da imprensa ética

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Assim como acontece em diversos segmentos nacionais, a imprensa também perdeu grande de sua essência de imparcialidade, passando a atuar como mera propagandista política partidária, trocando seus valores de lealdade, fidelidade e liberdade de expressão por valores financeiros.
A corrupção domina os principais meios de comunicação e catequisa seus integrantes dentro de sua linha de hipocrisia e perversão à moral e à ética.

Renomados jornalistas, comentaristas, cronistas, editorialistas e até repórteres, já não tratam a comunicação como meio de construir bases para a formação humana em sua melhor performance, mas como ferramenta de destruição de uns e elevação de outros. O que era ética agora é titica; o que era respeito virou difamação e o que era racional passou a ser submissão. Os discursos de ódio ganham espaço nas mídias comprometidas, assim como a calúnia, a difamação, a infâmia e outros agravantes que corroboram com o apodrecimento da alma agressora.

Já não nos causa espanto, mas sim tristeza, a postura de elementos da imprensa mudando o discurso da noite para o dia, simplesmente porque foi pago para tal. Aos que pagam toda honra e toda glória; já aos que se recusam a pagar, o escracho, a retaliação e a perseguição imoral que objetiva a destruição da dignidade alheia. Tal fato é público, notório e sistemático, em se tratando de complexos de comunicação comprometidos com a política partidária ou qualquer outros sistema dominante.

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