A nova atualização do ranking da Fifa trouxe mudanças significativas na elite do futebol mundial. A Espanha, liderada pela joia Lamine Yamal, assumiu a primeira colocação após superar a Argentina. Com 1875,37 pontos, a equipe de Luis de la Fuente aproveitou o bom início nas eliminatórias europeias, em setembro, quando venceu a Bulgária por 3 a 0 e goleou a Turquia por 6 a 0, resultados que reforçam a consistência do projeto espanhol.
A Argentina, atual campeã do mundo, perdeu duas posições e agora aparece em terceiro lugar. O desempenho recente não sustentou a liderança, e a França, impulsionada pelo protagonismo de Mbappé, também ultrapassou os hermanos.
A notícia não foi nada positiva para o Brasil. A seleção caiu para a sexta posição, ultrapassada por Portugal, campeão da Liga das Nações. O cenário reflete a fase irregular da equipe, que vem de derrota para a Bolívia por 1 a 0 nas Eliminatórias Sul-Americanas e terminou apenas no quinto lugar na tabela. Em condições normais, essa colocação daria vaga à repescagem da Copa do Mundo de 2026, mas a mudança no formato de disputa com mais vagas diretas para a América do Sul evitou que o Brasil estivesse sob ainda mais pressão.
Esse desempenho modesto evidencia a dificuldade da equipe em encontrar consistência após anos de instabilidade. Desde 2019 o Brasil não conquista um título oficial, e a queda no ranking simboliza a distância em relação às seleções que conseguiram alinhar projeto, renovação e resultados no campo.
A atualização da Fifa ainda mostrou a recuperação da Itália, de volta ao top-10, e a queda da Alemanha, que despencou para a 12ª colocação, atrás até de Marrocos. Destaque também para a Holanda, de Memphis Depay, na sétima posição, e para a Croácia, que aparece em nono.
