Vacina bivalente é aplicada em mais de 4,1 milhões de pessoas

Compartilhe

Imunizante é para idosos com mais de 70 anos.

Mais de 4,1 milhões de brasileiros já foram aos postos de saúde para tomar a dose de reforço com as vacinas bivalentes contra a covid-19. É o que informa o último balanço do Ministério da Saúde.

As informações foram encaminhadas para o LocalizaSUS, que concentra dados enviados por estados e municípios, desde o dia 27 de fevereiro, quando foi lançado o Movimento Nacional de Vacinação. O LocalizaSUS é uma plataforma de dados estratégicos de saúde distribuídos em diversos painéis que auxilia na elaboração de análises contextuais utilizadas na formulação de políticas públicas e na avaliação de intervenções específicas na área da saúde.

O imunizante já estava disponível para idosos com mais de 70 anos, pessoas imunocomprometidas, funcionários e pessoas que vivem em instituições de longa permanência, além de indígenas, ribeirinhos e quilombolas. Esse público corre maior risco de desenvolver formas graves da doença.

Avanço na vacinação

A vacinação também avança entre os povos e comunidades tradicionais, que receberam quase 37 mil doses, e povos indígenas, com quase 16 mil doses do imunizante.

Agora, grupos prioritários que não estavam contemplados devem ser chamados por estados e municípios para receber o reforço do imunizante.

Todas as vacinas contra a covid-19 oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são comprovadamente seguras e protegem contra formas graves da doença – que já matou quase 700 mil pessoas no Brasil, desde o início da pandemia, em 2020.

Edição: Agência Brasil / Kleber Sampaio

Você pode gostar

Contribuintes que optaram por parcelar o pagamento do imposto podem obter até 5% de desconto por meio do programa Sua Nota Tem Valor.
O diagnóstico foi contabilizado em fevereiro, e o estado ainda possui dois registros classificados como casos prováveis da doença.
Fatura será emitida com apenas um número de identificação do cliente, chamado de Unidade Consumidora (UC). Alteração segue uma determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também pode se interessar
Publicidade