iOS 26.2.1 gera queixas após atualização

A experiência não foi isolada. Diversos usuários relataram falhas semelhantes, e em alguns casos até mais graves,
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Lançada na semana passada, a atualização iOS 26.2.1 parecia apenas mais um update de rotina. O sistema foi instalado automaticamente durante a madrugada, como previsto. No entanto, após a atualização, o iPhone 13 passou a apresentar instabilidade e consumo de bateria acima do normal. O pacote, que prometia corrigir falhas conhecidas como o bug da câmera que não abre pela tela inicial e travamentos ao iniciar aplicativos acabou gerando novos problemas.

A experiência não foi isolada. Diversos usuários relataram falhas semelhantes, e em alguns casos até mais graves, logo após a instalação do iOS 26.2.1.

Por que a atualização virou alvo de críticas

O iOS 26.2.1 foi lançado com foco em compatibilidade com a nova AirTag 2 e ajustes gerais de sistema. Na prática, porém, o update trouxe uma série de efeitos colaterais. Em fóruns como o Reddit e em redes sociais, como o X (antigo Twitter), multiplicam-se os relatos de mau funcionamento em iPhones atualizados.

Entre os principais problemas apontados estão desconexões frequentes do Bluetooth, drenagem acelerada da bateria, lentidão do sistema, falhas no Face ID, atrasos na execução de tarefas e travamentos constantes de aplicativos.

Antes mesmo da atualização, já havia instabilidade em aplicativos como o WhatsApp, que apresentava travamentos recorrentes e exigia múltiplas tentativas para abrir corretamente. A expectativa com o novo sistema era de correção desses erros. No entanto, após o update, o comportamento persistiu, contrariando as recomendações de que o problema estaria ligado ao acúmulo de conversas e mídias.

Para parte dos usuários, os impactos foram ainda mais severos. Há relatos de que o Face ID deixou de funcionar em aplicativos de terceiros e, em alguns casos, parou completamente no aparelho. As queixas sobre consumo excessivo de bateria também são recorrentes.

No caso observado, o Face ID ainda funciona, mas apresenta atrasos e falhas ocasionais no reconhecimento, exigindo uma segunda tentativa. O maior prejuízo, porém, foi a autonomia da bateria. Em um dia comum de trabalho presencial, o aparelho chegou ao fim do dia com apenas 13% de carga, mesmo com uso reduzido durante o deslocamento um cenário fora do padrão habitual.

Em outra situação, após uma saída rápida pela manhã para pagar uma conta utilizando apenas o aplicativo de carteira digital, o iPhone já havia consumido cerca de 20% da bateria por volta das 9h16, mesmo com o modo de economia de energia ativado. Um comportamento que reforça as críticas ao impacto do iOS 26.2.1 no desempenho energético dos dispositivos.

Fonte: TechTudo

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