A nova geração do iPhone mal chegou ao mercado e já enfrenta reclamações sobre sua resistência. Consumidores de diferentes países, como China e Estados Unidos, relatam que o iPhone 17 Pro e o iPhone 17 Pro Max apresentam riscos e arranhões com facilidade, em alguns casos até descascando após pouco tempo de uso.
Segundo as postagens que circulam nas redes sociais, os danos aparecem principalmente na parte traseira, próximo ao logotipo da Apple, e no módulo das câmeras. Os modelos com acabamento Azul-intenso e Laranja-cósmico seriam os mais suscetíveis, chegando a mostrar marcas até em unidades de demonstração expostas em lojas da Apple.
O recém-lançado iPhone Air, versão ultrafina da linha, também apresentou queixas semelhantes, além de um bug que deixa manchas em fotos registradas pelo aparelho.
O canal JerryRigEverything, especializado em testes de resistência, confirmou que os riscos são fáceis de aparecer, mesmo com uso cuidadoso. O criador de conteúdo recomendou o uso imediato de capas protetoras como única forma eficaz de minimizar os danos.
De acordo com o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a mudança de material pode estar por trás do problema. Na linha 17 Pro, a Apple substituiu o titânio por uma liga de alumínio forjado a quente. A alteração deixou o dispositivo mais leve e facilitou a aplicação de cores vibrantes, mas tornou a superfície mais vulnerável a arranhões — especialmente nos modelos mais escuros.
Apesar das críticas, a empresa reforça que os aparelhos contam com o Ceramic Shield na parte traseira, tecnologia que promete ser até quatro vezes mais resistente a rachaduras em comparação à geração anterior.
No Brasil, os preços variam entre R$ 11.499, na versão Pro de 256 GB, e R$ 18.499, no Pro Max com 2 TB de armazenamento.
