O medo do futuro

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Uma das grandes preocupações de quem tem filhos é o futuro que os espera. Essa preocupação, contudo, vem dos primórdios da humanidade. Nenhum humano é capaz de prever o futuro, nem mesmo os que têm bola de cristal, cartas, tarô, búzios, dentre outras artimanhas que só servem para confundir e afligir mentes fracas e os seres de pouca fé.

É importante avaliar que o futuro não acontece por osmose. Assim como tudo que se vai fazer precisa de projeto, de vontade, destemor e objetividade, assim é o futuro. Cada tempo tem seu cenário diferenciado. Nem o mesmo o céu é imutável, pois todas as vezes que olhamos sua imensidão o encontramos modificado na cor e nos desenhos. Vivemos carregados de dúvidas, anseios e medos, isso quando planejamos algo para a eternidade imaterial. Os que se prendem a esses grilhões imaginários, jamais serão capazes de chegar ao topo. Certamente, eles não verão seus nomes estampados em medalhas, diplomas ou folhas de revistas de famosos.

É um erro grave dos pais, dos tutores, dos professores e de todos mais que condenam o tempo por seus medos, suas desesperanças, decepções, traumas e outros mazelas. Como disse o poeta: “cada um de nós compõe a sua história e carrega o dom de ser capaz de ser feliz”. Portanto, o medo do futuro nada mais é senão a gaiola que segura os fracos, já que os fortes sempre conseguem enxergar nela um buraquinho e empreender fuga ao espaço em que há um infinito de possibilidades.

Precisamos dizer não ao medo e sim aos nossos propósitos de grandeza, pois só os fortes e corajosos conseguem vencer tempestades e levar o barco ao porto feliz.

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