Enquanto luta para cuidar sozinha da filha de 2 anos, fruto de uma relação rápida com o jogador Jair Diego Alves de Brito, conhecido como Jajá, e espera o pai pagar a pensão, Rafaela Moura relata uma vida de luxo, com muitas viagens pelo mundo, do atleta.
Em conversa exclusiva com a coluna, ela detalhou os destinos do pai de sua filha, como Grécia, Dubai, Londres e Paris, incluindo o uso de carros de luxo e passeios em família, segundo ela todos bancados por ele.
“O processo [de pensão] está em trâmite. Ele não está pagando e tive que entrar com processo de execução. A criança nunca recebeu nenhum depósito da pensão do valor determinado. Enquanto isso, ele vai para resortes de luxo, usa roupas e bolsas de marcas luxuosas, viaja de primeira classe, paga viagens pra família toda”, observou.
Sabe da paternidade desde o início
Ainda durante a entrevista, ela afirmou que Jajá tinha conhecimento da paternidade desde o início, mas “agiu de má-fé aguardando DNA ser emitido pela Justiça”, depois de um ano e meio que a menina nasceu.
Em prints, enviados à coluna com exclusividade, ele sugere o nome da criança. Inclusive, as conversas mostram Rafaela Moura cobrando o DNA desde os primeiros dias de vida da filha.
“São 7 meses após a liminar ser obtida [sobre o pagamento de pensão] e ele nunca cumpriu com nenhum mês o valor determinado. Porém, tenho registros de uma vida luxuosa com sua família e companheira, como viagens para Dubai, Grécia, Itália, Londres e Paris, entre outros”, lamentou ela.
Ameaça para não divulgar o caso
Logo depois, a mãe da criança contou que foi ameaçada para se manter em silêncio: “Quando ela era recém-nascida, ele disse que se eu divulgasse o caso, a prejudicada seria ela. A partir dali, me senti acuada, não tive coragem. Mas tendo em vista toda a situação e dificuldades que minha filha viveu, hoje tive coragem. Vou, sim por a cara”, afirmou.
E desabafou: “Já mandei foto de leite acabando pra ele, nunca mandou um pacote de fralda nem uma lata de leite pra ela. Chegou a fazer chantagem, dizendo que só mandava o leite se eu falasse onde estava. Foram muitas situações que vivenciei”, recordou.
Fonte: Metrópoles.
