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Bebês unidas pela cabeça morrem em última cirurgia de separação em São Paulo

A última cirurgia iniciou na manhã de sábado e teve cerca de 15 horas de duração.
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As irmãs Heloísa e Helena, 2, gêmeas que nasceram unidas pela cabeça, morreram neste domingo (16), durante a última cirurgia de separação, realizada no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, São Paulo, conforme o g1.

As bebês já haviam passado por outros quatro procedimentos antes da final. As mortes foram confirmadas pelo próprio hospital, por meio de nota.

A última cirurgia iniciou na manhã de sábado e teve cerca de 15 horas de duração, de acordo com o Hospital das Clínicas.

“A equipe médica do Hospital das Clínicas, responsável pela condução do processo de separação das gêmeas siamesas Heloísa e Helena, comunica que lamentavelmente as crianças não resistiram à etapa final e vieram a óbito na noite de sábado, após 15 horas de cirurgia”, expressa trecho da nota.

Segundo o portal, a cirurgia reuniu mais de 50 profissionais de saúde. O planejamento para a separação das irmãs iniciou ainda em 2024. As outras quatro etapas foram realizadas sem intercorrências.

Alana e Mariah
Em 2023, o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto realizou a cirurgia de separação das gêmeas Allana e Mariah Cestari, de 2 anos e 8 meses. As pacientes foram separadas em cirurgia que durou 25 horas.

A história das irmãs ganhou atenção nacional após telespectadores acompanharem um especial no “Fantástico”. O programa da TV Globo exibiu o primeiro episódio da série “Vidas” com o relato da família das irmãs siamesas.

As irmãs do interior paulista voltaram para casa na véspera do Dia das Crianças, depois de várias cirurgias. Em uma delas foram 27 horas ininterruptas de trabalho.

Fonte- Diário do Nordeste

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