Brasileiros devem liderar consumo de cerveja durante a Copa de 2026, aponta estudo

26% dos brasileiros querem beber mais do que de costume durante as partidas do mundial
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A paixão do brasileiro pelo futebol deve mais uma vez movimentar não apenas os estádios e as transmissões da Copa do Mundo de 2026, mas também o mercado de bebidas. Um levantamento divulgado pelo banco Citi revela que o Brasil aparece entre os países com maior expectativa de aumento no consumo de cerveja durante o torneio, superando até mesmo os países-sede: Estados Unidos, México e Canadá.

Segundo a pesquisa, mais da metade dos torcedores brasileiros pretende consumir mais cerveja durante os jogos da competição. O estudo mostra que 58% dos entrevistados no país afirmaram que devem aumentar a ingestão da bebida no período da Copa, número acima dos registrados entre mexicanos, americanos e canadenses.

O relatório também aponta que 26% dos brasileiros esperam consumir “muito mais” cerveja durante o mundial. O índice reforça a forte ligação cultural entre o futebol e os momentos de confraternização no Brasil, onde assistir às partidas costuma ser associado a encontros entre amigos, reuniões familiares e celebrações coletivas.

Além do destaque no consumo, os brasileiros também aparecem entre os torcedores mais engajados socialmente. De acordo com a pesquisa, 83% pretendem acompanhar os jogos ao lado de familiares ou amigos, evidenciando o caráter festivo que a Copa do Mundo representa no país.

O levantamento ouviu cerca de 1.800 pessoas em sete países, incluindo Brasil, Estados Unidos, México, Canadá, França, Itália e Reino Unido. A análise conclui que os países latino-americanos demonstram uma relação mais intensa entre futebol e consumo de cerveja em comparação com outras regiões.

Entre as marcas preferidas dos brasileiros, a Heineken aparece na liderança das escolhas dos consumidores. Já no segmento de bebidas não alcoólicas, a Coca-Cola mantém forte presença entre os torcedores, seguida pelo tradicional Guaraná Antarctica.

A expectativa do setor é de que a Copa de 2026 impulsione significativamente bares, restaurantes, supermercados e distribuidoras em todo o país, repetindo o impacto econômico observado em edições anteriores do torneio.

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