Restaurante com larvas e baratas reabre irregularmente e volta a ser interditado em Fortaleza

O estabelecimento no Álvaro Weyne descumpriu interdição sanitária e foi novamente fechado durante fiscalização noturna
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O restaurante Ponto do Torresmo, localizado no bairro Álvaro Weyne, em Fortaleza, que havia sido interditado pela Agência de Fiscalização (Agefis) na última terça-feira (24) por operar em condições inadequadas de higiene, reabriu de forma irregular e foi novamente fechado pela Prefeitura.

Na primeira ação, o órgão havia identificado sujeira na cozinha e em equipamentos, além da presença de larvas, baratas e alimentos mal acondicionados.

Segundo a Agefis, o estabelecimento descumpriu a interdição sanitária e foi autuado durante fiscalização realizada na noite de sábado (28).

Diante da irregularidade, o local foi autuado por descumprimento de determinação da fiscalização, conforme o Art. 944 do Código da Cidade (Lei Complementar nº 270/2019). A infração é classificada como grave, com aplicação de multa.

A interdição de estabelecimentos, ressalta a Agefis, é uma medida voltada à proteção da saúde da população. O funcionamento durante esse período é considerado irregular e pode resultar em novas penalidades.

A interdição de estabelecimentos, ressalta a Agefis, é uma medida voltada à proteção da saúde da população. O funcionamento durante esse período é considerado irregular e pode resultar em novas penalidades.

Para retomar as atividades, o responsável deve sanar todas as pendências apontadas pela fiscalização e solicitar uma nova vistoria. A reabertura só é permitida após a liberação oficial do órgão.

O que foi constatado de irregularidade

Na interdição realizada na terça-feira, a Agefis identificou:

  • Ralos sem sistema de fechamento.
  • Alimentos e bebidas armazenados diretamente no chão e lixeiras abertas ou sem tampa.
  • Pratos e talheres sujos no chão, com presença de larvas, além de carnes em sacos plásticos sem identificação, vegetais expostos e equipamentos oxidados.
  • Ausência de pias exclusivas para higienização das mãos nas áreas de manipulação de alimentos, em desacordo com as normas sanitárias.

Como denunciar

A população pode acionar a fiscalização por meio da Central 156 e do aplicativo Fiscalize Fortaleza (disponível para Android e iOS).

Fonte-Diário do Nordeste

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