Ainda estamos em outubro, eu sei… Mas, por aqui, já começo a sentir aquele cheirinho de dezembro no ar. Já dá vontade de ligar as luzinhas coloridas, montar a árvore de Natal, enfeitar a casa, colocar uma música gostosa para tocar e deixar tudo com aquele aconchego especial que só essa época do ano consegue trazer.
Dezembro tem esse jeito bonito de despertar lembranças, saudades, encontros e uma vontade de celebrar a vida com mais carinho. É tempo de recordar quem passou por nossa história, sentir a falta de quem já não está presente e agradecer por aqueles que continuam caminhando ao nosso lado.
Mas, enquanto o calendário avança, também precisamos parar para refletir sobre a maneira como estamos vivendo. O tempo passa rápido demais. Os dias voam, os meses desaparecem e, quando percebemos, mais um ano está chegando ao fim. E fica a pergunta: estamos aproveitando a vida para espalhar amor ou estamos perdendo tempo alimentando brigas, ressentimentos e desentendimentos?
Precisamos aprender a amar mais o próximo, respeitar as diferenças e compreender que ninguém precisa pensar igual a nós para merecer respeito. Não podemos permitir que divergências políticas destruam amizades, afastem familiares ou transformem desconhecidos em inimigos. Nenhum político merece que percamos a paz, ofendamos alguém ou machuquemos pessoas com palavras que deixam marcas profundas.
Discordar faz parte da democracia. Ter opiniões diferentes é um direito. Mas xingar, humilhar, atacar e desrespeitar alguém por causa de suas escolhas políticas não deveria ser considerado normal. Antes de defender um candidato, precisamos defender a educação, a empatia e a dignidade humana. Afinal, políticos passam, eleições terminam, mas as palavras que pronunciamos podem permanecer na memória de alguém por muito tempo.
