Imagem Aleatória

Justiça suspende medida de Trump que negava cidadania de imigrantes nascido nos EUA

A medida afetaria milhões de imigrantes, incluindo, por exemplo, os mais de 2 milhões de brasileiros
Compartilhe

A decisão de Donald Trump de proibir a cidadania norte-americana automática para bebês nascidos no país de pais sem situação legal foi temporariamente bloqueada pela Justiça dos Estados Unidos nesta quinta-feira (23). A suspensão, que tem validade de 14 dias, foi determinada pelo juiz John C. Courghenour, enquanto novas discussões sobre o caso acontecem.

A medida, que foi anunciada por Trump no primeiro dia de seu governo, visava impedir que filhos de imigrantes ilegais, turistas ou estrangeiros com visto temporário recebessem a cidadania por nascimento nos EUA, o que gerou uma onda de críticas de políticos, juristas e defensores dos direitos dos imigrantes. Para eles, a proposta violava a 14ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que garante a cidadania a qualquer pessoa nascida no território americano.

A medida afetaria milhões de imigrantes, incluindo, por exemplo, os mais de 2 milhões de brasileiros que residem legalmente nos Estados Unidos. Ao todo, 22 estados governados pelo Partido Democrata apresentaram uma ação conjunta para a suspensão da ordem, destacando a ilegalidade da proposta.

O juiz Courghenour não poupou palavras ao criticar a medida, classificando-a como “flagrantemente inconstitucional”. Ele ressaltou que, em mais de quatro décadas de carreira, nunca havia visto uma ordem tão clara em violação à Constituição. Apesar da decisão judicial, ainda não houve um pronunciamento oficial por parte da administração Trump, que pode recorrer da decisão.

Você pode gostar

Leão empata em 2 a 2 em Indaiatuba, chega aos 61 pontos e permanece na quarta colocação; equipe volta a campo no dia 2 de novembro, contra o Atlético-GO, na Arena Castelão.
Levantamento divulgado neste sábado (24), véspera da votação, mostra diferença de dois pontos percentuais entre os candidatos; margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.
Casos registrados em Fortaleza, Groaíras e Alcântaras são investigados pelas forças de segurança; desde julho de 2025, 100 suspeitos de ataques a provedores de internet foram presos no Estado.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também pode se interessar
Publicidade