De acordo com o Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), o acusado submetia a adolescente a um rigoroso controle psicológico, valendo-se de chantagens e agressões para obrigá-la a permanecer no relacionamento.
Além disso, ele exigia o envio de imagens íntimas da vítima e, de posse do material, passou a ameaçá-la, coagindo-a a realizar cortes profundos no próprio corpo.
Conforme a denúncia, o conteúdo de pornografia infantojuvenil ficava armazenado no próprio aparelho celular do réu.
Fonte: Diário do Nordeste
