Flávio Bolsonaro e María Corina se encontram no Chile e pedem justiça para Brasil e Venezuela

Pré-candidato à Presidência do Brasil, Flávio registrou o encontro em vídeo e publicou nas redes sociais. Nas imagens,
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se encontrou com a líder da oposição venezuelana María Corina Machado na quarta-feira (11), durante a cerimônia de posse do novo presidente do Chile, José Antonio Kast.

Pré-candidato à Presidência do Brasil, Flávio registrou o encontro em vídeo e publicou nas redes sociais. Nas imagens, ele parabeniza María Corina pelo Prêmio Nobel da Paz recebido no ano passado e afirma que ela é uma “grande inspiração” para o Brasil.

A conversa ocorreu de forma espontânea durante o evento e teve um tom amistoso. Em determinado momento, o senador comenta sobre a necessidade de “justiça para nossos países”, ao que María Corina responde defendendo “justiça e democracia em nossos países”.

Lula não participou da posse

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não compareceu à cerimônia de posse de Kast. O Brasil foi representado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.

Flávio Bolsonaro participou do evento acompanhado da esposa e deve aproveitar a passagem pelo Chile para se reunir com outras lideranças políticas.

Novo presidente do Chile

Com a posse, José Antonio Kast assume a presidência do Chile após a gestão do presidente de esquerda Gabriel Boric, que governou o país nos últimos quatro anos.

Aos 60 anos, Kast chega ao poder prometendo um “governo de emergência” para enfrentar dois temas que dominam o debate no país: o aumento da criminalidade e a imigração irregular.

Considerado um dos líderes conservadores mais duros da história recente do Chile desde o período da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990), Kast tomou posse sob aplausos de aliados em um Congresso com maioria de direita.

A cerimônia contou com a presença de diversos líderes latino-americanos, entre eles o presidente da Argentina, Javier Milei.

Logo após assumir o cargo, Kast realizou seu primeiro ato oficial: a nomeação e o juramento dos 24 ministros que irão compor seu gabinete. Entre os escolhidos, dois já atuaram como advogados durante o regime de Pinochet, cuja ditadura deixou mais de 3.200 mortos e desaparecidos no país.

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Fonte: G1

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