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Trump diz que EUA atacarão o Irã “com muita força”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (11) que pretende realizar uma nova ofensiva militar contra o Irã ainda nesta noite
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (11) que pretende realizar uma nova ofensiva militar contra o Irã ainda nesta noite. Em publicação na rede Truth Social, ele afirmou que os EUA também pretendem assumir o controle de importantes áreas da infraestrutura de petróleo e gás iraniana, incluindo a estratégica Ilha de Kharg.

Na mensagem, Trump declarou que as forças americanas atacarão o Irã “com muita força” e comparou a estratégia à adotada anteriormente na Venezuela. Segundo ele, a maior parte das capacidades defensivas e ofensivas iranianas já teria sido destruída.

Mais cedo, o governo iraniano anunciou o fechamento total do Estreito de Ormuz por tempo indeterminado, alegando que a medida é uma resposta às ações militares dos Estados Unidos.

Em comunicado divulgado nesta manhã, o Ministério das Relações Exteriores do Irã condenou os bombardeios americanos e afirmou que os ataques tornaram “praticamente sem sentido” o cessar-fogo que vinha sendo mantido há quase dois meses. Teerã também responsabilizou Washington por quaisquer consequências decorrentes da escalada do conflito.

Os Estados Unidos informaram que os ataques realizados na quarta-feira (10) tiveram como alvo sistemas de vigilância militar, comunicação e defesa aérea iranianos. Segundo o Comando Central americano, a operação foi uma resposta às ações consideradas agressivas por parte do Irã.

Em entrevista à Fox News, Trump afirmou que autoridades iranianas teriam procurado os Estados Unidos para pedir o fim dos bombardeios. O governo iraniano negou que qualquer conversa desse tipo tenha ocorrido.

Washington justificou a primeira onda de ataques, iniciada na terça-feira (9), como uma retaliação à derrubada de um helicóptero Apache americano na região do Estreito de Ormuz.

O secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, declarou que os bombardeios seriam “fortes e claros” e ajudariam a reforçar os interesses estratégicos americanos no Oriente Médio. Já o Irã respondeu afirmando que não aceita negociações sob ameaça militar.

Fonte: G1

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