O caso envolvendo Alexandre de Moraes, Banco Master e o escritório de sua esposa levanta perguntas que não podem simplesmente desaparecer no meio do barulho de Brasília.
Segundo informações divulgadas pela Polícia Federal, existem mensagens, contatos e documentos que precisam ser esclarecidos. Entre eles, um contrato milionário e registros que colocariam o nome do ministro no entorno das negociações.
E aí vem a pergunta: quem fiscaliza o fiscal?
Porque no Brasil parece funcionar assim: pergunta-se ao próprio interessado se existe conflito de interesses. Se ele disser que não, pronto. Compliance resolvido! 😂
Não se trata de condenar ninguém sem provas. Trata-se de exigir investigação, transparência e igualdade diante da lei.
Se não há nada errado, que se esclareça. Se há irregularidades, que sejam responsabilizadas as pessoas envolvidas.
O Supremo é essencial para a democracia, mas nenhum poder deveria ser intocável.
Porque, no fim, fica aquela velha dúvida:
Será que o batom está na estátua de Xandão ou é só mais uma maquiagem de Brasília?
