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Entre palpites e fronteiras: cada um cuide do seu quintal

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Na política, parece que sempre existe alguém disposto a dar opinião sobre a casa do vizinho. Desta vez, o cenário ganhou ares de conversa de condomínio internacional, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mandando um recado direto ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump: pode até ter suas preferências, mas as eleições brasileiras são assunto dos brasileiros.

A resposta veio com uma dose de ironia ao afirmar que Trump pode gostar de Bolsonaro “do pai, do filho, do neto”, porque gosto realmente não se discute. O recado, porém, foi sério: soberania não é tema para torcida organizada, muito menos para interferência externa.

Do outro lado, Trump também não economizou nas palavras ao classificar o Brasil como um país “um pouco perigoso politicamente” e comentar questões envolvendo a família Bolsonaro. Como costuma acontecer quando dois líderes de estilos fortes se encontram no noticiário, o debate rapidamente ultrapassou as fronteiras diplomáticas e virou assunto nas redes sociais.

No fim das contas, a velha máxima continua atual: em política internacional, amizade pode existir, preferência também, mas cada país escreve a própria história nas urnas. Afinal, se já é difícil convencer o vizinho da rua, imagine querer decidir a eleição do vizinho de continente.

Enquanto as declarações rendem manchetes, memes e intermináveis debates na internet, uma lição permanece válida: respeito entre as nações nunca sai de moda. E, convenhamos, o mundo já tem desafios suficientes sem transformar toda eleição em um campeonato internacional de palpites.

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Além da indenização, a sentença determina a retificação da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), pagamento de verbas trabalhistas, pensão mensal por cinco anos e ressarcimento de despesas com plano de saúde.
Entre as preocupações da entidade estão o reajuste do piso nacional do magistério, com impacto estimado em R$ 8 bilhões, e a ampliação de benefícios destinados aos agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias.

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